Vídeo: festa na Paroquia dos Arautos

A Paróquia Nossa Senhora das Graças, Diocese de Bragança Paulista, confiada aos Sacerdotes dos Arautos do Evangelho promove frequentemente em alguma das suas 13 capelas atividades recreativas — e criativas — para seus fiéis. Veja um pequeno exemplo no vídeo a seguir.

 

 

 

Estados Unidos: Rosário de costa a costa

Fazendo um chamado para vencer uma batalha espiritual através do Santo Rosário, os fiéis cercarão os Estados Unidos de costa a costa rezando esta oração mariana. A iniciativa intitulada “Rosário Costa a Costa” será realizada no domingo, 7 de outubro, na Festa de Nossa Senhora do Rosário e na Hora da Misericórdia. Continue lendo Estados Unidos: Rosário de costa a costa

“Foi a Mim que o fizestes” – Vídeo

O “Fundo Misericórdia” dos Arautos do Evangelho tem como objetivo auxiliar a resolver graves e urgentes problemas sociais que ofendem a dignidade humana, oferecendo esforço para a formação de um mundo mais acolhedor e caritativo, onde reinem a justiça e a paz, através da desejada civilização do amor Cristão.

Como atividades concretas, o “Fundo Misericórdia” desenvolve a arrecadação de recursos financeiros, destinados às entidades de Interesse Social sem finalidades econômicas e Instituições Religiosas em geral.

O “Fundo Misericórdia” é inspirado na seguinte passagem do Evangelho: “Tive fome e me destes de comer. Tive sede e me destes de beber. Era peregrino e me acolhestes. Estive nu e me vestistes, enfermo e me visitastes, preso e vieste ver-me. Em verdade vos digo: cada vez que o fizestes a um desses meus irmãos mais pequeninos, foi a mim que o fizestes.” (Mt 25, 35-40).

Veja algumas ações do “Fundo Misericórdia” no vídeo a seguir:

Rosário: as 15 promessas

A prática da oração do Rosário foi difundida originalmente por São Domingos de Gusmão, a quem Nossa Senhora o entregou como poderosa arma contra os hereges de seu tempo.

Séculos mais tarde, aparecendo ao Beato Alano de la Roche, a Santíssima Virgem fez a todos aqueles que rezassem o Rosário as seguintes promessas: Continue lendo Rosário: as 15 promessas

Misericórdia

No início de século XVIII, o grande Santo, São Luís Maria Grignion de Montfort, face os desatinos — já naquela época— em sua “Oração abrasada”, assim se dirigia a Deus:
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[Senhor Deus] é tempo de cumprir o que prometestes. Vossa divina fé é transgredida; Vosso Evangelho desprezado; abandonada Vossa religião; torrentes de iniquidade inundam toda a terra, e arrastam até os Vossos servos; a terra toda está desolada; a impiedade está sobre um trono, Vosso santuário é profanado, e a abominação entrou até no lugar santo. E assim deixareis tudo ao abandono?

(São Luís Grignion de Montfort, Tratado da verdadeira devoção à Santíssima Virgem, Ed. Vozes, Petrópolis, 47ª edição, 1ª reimpressão, 2018, p. 182)

 O que diria São Luís Grignion em nossos dias?

Cremos que todos gostariam de ver o que Dr. Plinio Corrêa de Oliveira diz sobre isso. Vejamos no vídeo a seguir.

Ilustração: Arautos do Evangelho

… e Jesus chorou

O avião tomou a altitude e a velocidade de cruzeiro; tínhamos agora pelo menos uma hora livre. Aproveitei para fazer algo de que gosto: pensar.

Como se estivesse montando um mosaico, fui rememorando os fatos das últimas semanas. As “pedras” desse mosaico tinham algo em comum. Continue lendo … e Jesus chorou

Aninha, uma menina curiosa

Aninha era uma menina curiosa. Como, aliás, o são muitas crianças da sua idade.

Descobriu que uma lagarta, da qual afastara-se por nojo, prendeu-se ao ramo de um arbusto do jardim e torna-se um casulo.

Um dia, uma pequena abertura apareceu no casulo. Aninha observou-o por longo tempo até que…

Continue lendo Aninha, uma menina curiosa

“Olhai os lírios do campo…”

Narra-nos o Evangelho que Jesus, convidando seus discípulos a confiarem na Providência, deixou-nos estas palavras tão profundas quanto poéticas:

“Olhai os lírios do campo, não trabalham nem fiam. Entretanto, eu vos digo que o próprio Salomão no auge de sua glória não se vestiu como um deles.” Continue lendo “Olhai os lírios do campo…”

Pessoas tão pobres que só tinham dinheiro

“Conheci pessoas tão pobres que só tinham dinheiro” dizia a Irmã Dulce, apelidada “o Anjo bom da Bahia”.

Para muita gente a frase parece contraditória. Mas a experiência — e a consciência — de incontáveis pessoas sente “na pele” que a frase é bem verdadeira. Dolorosamente verdadeira.

Quantas vezes uma palavra ou um sorriso amigo têm um efeito que muito dinheiro não dá. E ganham os dois: quem dá e quem recebe; quem recebe sente-se valorizado e quem dá tem a alegria de ver que tornou alguém feliz. E para isso não precisa dinheiro. Precisa um coração que ame a Deus no próximo.

Mas então, e as riquezas com as quais o próprio Deus ornou o mundo — ouro, pedras preciosas, cristais… — para que servem?

O texto a seguir, de autoria do “pobrezinho de Assis”, o doce São Francisco põe as coisas nos devidos lugares.

TENHAM COMO COISAS PRECIOSAS

Eu vos rogo, mais encarecidamente do que por mim mesmo, que quando for preciso e julgardes oportuno, humildemente supliqueis aos clérigos, que sobre todas as coisas honrem o Santíssimo Corpo e Sangue de Nosso Senhor Jesus Cristo e os escritos em que se encontram os seus santos nomes e suas santas palavras da consagração do seu Corpo. Os cálices, os corporais, os ornamentos do altar e tudo quanto pertence ao Sacrifício, tenham como coisas preciosas.

E se, nalguma parte, o Santíssimo Corpo do Senhor estiver com muita pobreza abandonado, que eles, como manda a Igreja, o coloquem em lugar precioso e bem guardado, com grande veneração o trasladem e com discrição o administrem aos outros. E também aos escritos com os nomes e palavras do Senhor, onde quer que os encontrem em lugares impróprios, os recolham e coloquem em lugares decentes.

E em todas as pregações que fazeis, exortai o povo à penitência e lembrai que ninguém se pode salvar sem receber o Santíssimo Corpo e Sangue do Senhor (Jo 6, 54). E quando o sacerdote sacrifica no altar eleva a qualquer parte o Corpo do Senhor, todos, de joelhos, rendam louvores, glória e honra ao Senhor Deus vivo e verdadeiro. E sobre o louvor que lhe é devido, anunciai a todas as gentes e pregai que, a toda a hora e quando tocam os sinos, sempre, todo o povo, por toda a Terra, preste homenagem e ação de graças ao Deus todo-poderoso.

São Francisco de Assis. Da primeira carta aos custódios

Basílica de São Francisco, Assis, Itália

(Compartilhado da revista “Arautos do Evangelho”, nº 178, outubro de 2016, p. 5. Para acessar a revista Arautos do Evangelho do corrente mês clique aqui )

 Ilustrações: Arautos do Evangelho, Gustavo Krajl, wiki

Faça um pouco de silêncio e ouvirá

Não há dia em que a graça não nos fale. Não há dia em que Deus não nos convide a dar um passo a mais na união com Ele. Para escutar com clareza essa voz misteriosa e discreta, basta nos afastarmos um pouco da voragem do mundo hodierno.
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