A beleza leva à Verdade

“Pontualidade britânica” — é como costumamos nos referir a alguém que cumpre realmente os horários. E como símbolo dessa pontualidade há um verdadeiro monumento: o Big Ben.

Esse relógio poderia ser também o símbolo de outra “pontualidade”, que não se limita à exatidão no cumprimento dos horários, mas na busca da verdade, do bem e do belo. Continue lendo A beleza leva à Verdade

Uma visita a Assis

Há lugares marcados para sempre por pessoas que ali viveram, sobretudo se foram santos. Deixam um perfume da santidade que perfuma o ar como uma flor perfuma um jardim.

Um desse lugares é incontestavelmente Assis: a cidade ficou ligada indissoluvelmente a São Francisco, seu filho por excelência.

Percorrendo com os olhos as campinas circundantes é fácil imaginar-se o “Pobrezinho de Assis” entoando seu Cântico das Criaturas: “Bem-aventurados os que têm um coração de pobre, porque deles é o Reino dos Céus”. Continue lendo Uma visita a Assis

Resgatando o tempo perdido

Numerosas pessoas comentam o tempo que perdem indo ou voltando do trabalho, da faculdade e de outros percursos nas grandes cidades. Alguém observou que o geral das pessoas passa o tempo olhando o mesmo trajeto que já conhecem incontáveis vezes. Um olhar praticamente sem fruto, inútil. Poucos aproveitam para ir constituindo um tesouro: rezar o Rosário.

Caso você tenha perdido o hábito de rezá-lo, ou “não tenha tempo”, aproveite esse tempo perdido: reze o Rosário.

Para incentivá-lo, as considerações que seguem podem lhe ser úteis. Continue lendo Resgatando o tempo perdido

Rosário: as 15 promessas

A prática da oração do Rosário foi difundida originalmente por São Domingos de Gusmão, a quem Nossa Senhora o entregou como poderosa arma contra os hereges de seu tempo.

Séculos mais tarde, aparecendo ao Beato Alano de la Roche, a Santíssima Virgem fez a todos aqueles que rezassem o Rosário as seguintes promessas: Continue lendo Rosário: as 15 promessas

Misericórdia

No início de século XVIII, o grande Santo, São Luís Maria Grignion de Montfort, face os desatinos — já naquela época— em sua “Oração abrasada”, assim se dirigia a Deus:
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[Senhor Deus] é tempo de cumprir o que prometestes. Vossa divina fé é transgredida; Vosso Evangelho desprezado; abandonada Vossa religião; torrentes de iniquidade inundam toda a terra, e arrastam até os Vossos servos; a terra toda está desolada; a impiedade está sobre um trono, Vosso santuário é profanado, e a abominação entrou até no lugar santo. E assim deixareis tudo ao abandono?

(São Luís Grignion de Montfort, Tratado da verdadeira devoção à Santíssima Virgem, Ed. Vozes, Petrópolis, 47ª edição, 1ª reimpressão, 2018, p. 182)

 O que diria São Luís Grignion em nossos dias?

Cremos que todos gostariam de ver o que Dr. Plinio Corrêa de Oliveira diz sobre isso. Vejamos no vídeo a seguir.

Ilustração: Arautos do Evangelho